Segunda-feira, 22.09.08

Peixe em risco

Algumas espécies de peixe comercializadas em Portugal estão em risco de desaparecer. Bacalhau do Atlântico, atum e camarão tropical são três exemplos. Saibam quais são os restantes e quais os estabelecimentos comerciais sem políticas sustentáveis no site do Greenpeace.

Aproveita, e pressiona os estabelecimentos comerciais a alterar as suas políticas. Só demoras o tempo necessário a preencher um campo para o teu nome e outro para o teu email.

publicado por brunomiguel às 14:42 | link do post | comentar
Domingo, 07.09.08

Gadgets poderão estar a causar um forte impacto negativo na natureza

Se a sobrevivência das abelhas, das aves e de outras espécies animais depende-se da diminuição do nosso uso da tecnologia (telemóvel, computador, televisão, etc...), estaríamos dispostos a fazê-lo?

Eu, até certo ponto, estaria: não deixaria de usar o telemóvel e o computador, mas passaria a utilizá-los apenas quando fosse necessário. Isto significaria que ia deixar de jogar os jogos que tenho no telemóvel quando estou numa qualquer sala de espera e de fazer chamadas com pouca ou nenhuma importância, e que só ligaria o computador quando fosse necessário. Causar-me-ia algum transtorno? Nem por isso.

{Electronic smog 'is disrupting nature on a massive scale'}

publicado por brunomiguel às 23:36 | link do post | comentar | ver comentários (5)
Sexta-feira, 13.06.08

O trevo das 21 folhas

trevo 21 folhasSe um trevo de quatro folhas dá sorte, imaginem a sorte que não dará um trevo com 21 folhas. Agora imaginem que, por acaso, vocês encontravam um destes trevos.
Não sei se alguma vez encontrarão um, mas Shigeo Obara, um agricultor da prefeitura de Iwate, Japão, encontrou e com ele veio logo muita sorte, pois bateu o anterior record mundial, curiosamente detido pelo próprio, devido a um trevo com 18 folhas que encontrou no seu quintal. Talvez até tenha sido a última réstia de sorte do primeiro trevo.
O aparecimento destes trevos não é um (in)feliz acaso da natureza. Isto deve-se ao facto deste agricultor ser um antigo investigador na área da agricultura que, à mais de 50 anos, conduz investigações independentes sobre trevos no seu quintal.

via The Pink Tentacle

publicado por brunomiguel às 12:46 | link do post | comentar
Domingo, 29.07.07

Toxik Nature (dos velhos tempos)

toxik_nature
Esta montagem é do tempo em que era menino e moço e brincava com o Photoshop. Deve ter sido criada durante uma qualquer aula secante, dos meus tempos de estudante.
Aproveitei para a meter aqui enquanto o tema "Save the Planet" ainda está quente e na boca do mundo, porque, daqui a muito pouco tempo, já ninguém fala disto. A culpa é das modas, das trends, do hype e, como sou português, tenho que cumprir a minha obrigação e culpar também o governo.
Quinta-feira, 12.07.07

Este ano, como sempre, passo bem sem praia

Eu não gosto de praia. Faz-me confusão ver uma molhada de pessoas a fazer um escarcel do caraças, com se nunca tivessem visto água na vida, ou a fazer sardinhadas e churrascadas na praia, obrigando os outros a gramar com o fumo. Pior ainda é aquele pessoal que só vai à água para aliviar a bexiga ou desentupir o intestino; é verdade, isto acontece montes de vezes.
gaja_boa_na_praia
Eu só tolero praia quando está deserta ou com pouco pessoal, de preferência com gajas boas daquelas que, quando olhamos, só pensamos: "Oh boa, queres leite?"*. Mas não é para ir à água que eu ainda consigo tolerar praia - tenho uma ligeira hidrofobia e, só de ter a água a bater-me nos pés, fico completamente zonzo -, é pelo cheiro a água salgada que me limpa o nariz. Sempre que vou à praia, saio de lá a respirar em condições pelo nariz. O lixado é se está algum marmanjo na sardinhada... Assim saio de lá a respirar bem...o fumo da sardinha e fico com os pulmões lixados (tenho asma-bronquica crónica).
Eu prefiro o ar do campo e o pólen, para me causar alergias. Mil vezes o campo que a praia. Anda-se mais à vontade e, claro, não há tanta gente.
Resumindo, não gosto de praia porquê: está sempre montes de gente, tenho hidrofobia, não gosto das sardinhadas e churrascadas na praia e mete-me nojo ver pessoal ir à água só para se aliviar. Estas razões são apenas para as praias portuguesas onde fui. Não sei se são todas assim no país, nem sei como são as dos outros países, mas tenho traumas profundos com a beach.

*Esta frase é em homenagem aos Sioga, que estudaram comigo. Com eles aprendi muitos piropos de andaime. Obrigado!
publicado por brunomiguel às 02:54 | link do post | comentar | ver comentários (6)

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