Segunda-feira, 24.05.10

Tornei-me famoso às custas do Facebook

Bem, não diria famoso. É mais desconhecido, como antes.

Anyway,  depois de ter apagado a minha conta no Facebook, o Alexandre Gamela enviou-me três perguntas para um artigo que escreveu no blog que mantém no JN. Foi com todo o gosto que respondi, apesar de, na altura, só ter acesso à internet com o telemóvel.

O artigo, que aborda a (falta de) privacidade e desistência do Facebook, pode ser lido aqui.

publicado por brunomiguel às 02:18 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Terça-feira, 18.05.10

A minha conta no Facebook foi-se e não vai voltar

Já o andava para fazer há mais de um mês, mas só hoje meti as mãos à obra e apaguei a minha conta no Facebook. Agora, tenho que ficar 14 dias sem me autenticar lá, algo bastante fácil já que costumava passar muito mais tempo que isso entre as visitas que fazia ao site.

Para apagar a conta, bastou-me seguir os passos indicados no blog The Consumerist. Em menos de um minuto, ela já era (história, não vá uma imobiliária conhecida processar-me por uso "indevido" do seu logo).

As fotos que lá tinha é que foram à vida. Mas também não tinha lá nada assim de importante que quisesse guardar. As que me interessam estão bem guardadas, longe do facebook.

Agora, digam-me como é que vou aguentar sem convites para os grupos com os nomes mais estúpidos de que alguém se consegue lembrar, as notificações dos meus contactos que jogam Farmville e o restante leque de inutilidades que este site nos fornece? Eu acho que vou aguentar bastante bem. Aliás, até acho que me vou sentir melhor assim. Saber que a minha privacidade não está a ser atacada de forma tão gritante é um alívio.

publicado por brunomiguel às 19:30 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Terça-feira, 20.04.10

Meritocracia na firewall da empresa

Este é mais um motivo que me leva a defender que o acesso à internet dentro de uma empresa deve ser baseado em meritocracia e a lista de endereços barrados deve ser user-based. Cada trabalhador teria privilégios diferentes, de acordo com provas dadas - e definidas conjuntamente entre a empresa e os trabalhadores. Por exemplo, um utilizador que desse provas de utilização com bom-senso poderia aceder ao Twitter, ao passo que outro que mostrasse que andaria o dia inteiro a navegar aleatoriamente e sem produzir um chavo ficaria impossibilitado de aceder a esta rede social, tal como ao Youtube, etc.

Há sempre lontras em qualquer local de trabalho; chicos-espertos, idem aspas. Mas também há pessoas que trabalham e, ao mesmo tempo, sabem ter o bom-senso para navegar quando há essa possibilidade e para não colocar as distracções à frente do trabalho. Então, porque deve o todo ser prejudicado por alguns marmanjos que, seja ali ou noutra empresa qualquer, vão sempre fazer porcaria e trabalhar pouco?

Nesta ideia ainda não muito trabalhada não estão incluídos os trabalhos que necessitam de acesso às redes sociais, por exemplo. Aí, nem se discute o livre acesso a elas.

Compreendo que a Câmara Municipal de Coimbra tenha achado por bem barrar o acesso ao Facebook. Provavelmente, os funcionários, em vez de trabalhar, cultivavam couves amarelas e criavam ovelhas cor-de-rosa. Mas acho que seria mais fácil barrar o acesso a quem gerasse mais tráfego vindo deste site. A não ser que necessitassem de grandes mudanças a nível técnico, porque aí talvez seja mais compensatório (claro que isto é discutível) "fechar a porta de entrada" para o site.

publicado por brunomiguel às 19:15 | link do post | comentar
Sábado, 03.04.10

do not feed the trolls

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