Sexta-feira, 04.09.09
Terça-feira, 29.07.08

Anunciando o GNUzilla Watcher

Há perto de um mês para cá que o Icecat é o meu browser de eleição. Este browser é baseado no Firefox, mas não tem aquelas questões estranhas com a trademark Mozilla e vem com uma ferramenta extra de privacidade.

Este projecto tem poucos colaboradores, por isso as novas versões do browser são disponibilizadas entre uma a duas semanas após o lançamento da última versão do Firefox. Agora, até disponibilizam um pacote deb para Debian e derivados.

Como programar não faz parte dos meus conhecimentos e queria, de alguma forma, contribuir para este projecto, criei um blog onde serão publicadas as novidades e notícias relacionadas com o projecto. O blog chama-se GNUzilla Watcher e será escrito em inglês. Até agora - para além de mim, claro - já tem dois colaboradores: o maintainer do projecto GNUzilla, Giuseppe Scrivano, e um utilizador do browser chamado Muhammad 'MJ' Jassim.

A minha decisão de criar um blog como forma de contributo para o projecto prende-se com o facto destes (os blogs) serem uma poderosa ferramenta de comunicação e de passagem de mensagens. Como este projecto precisa de mais colaboradores, nada melhor que o anunciar às massas.

Passem pelo blog, subscrevam-no e ajudem o projecto GNUzilla.

Terça-feira, 17.06.08

Cada vez mais gosto de jabber

Aquele que ontem foi mais um problema com a rede MSN Messenger, lembrou-me porque gosto e uso a rede Jabber e fez-me questionar a minha continuação com a rede da Microsoft. Por muitos contactos que tenha a usar esta rede, cada vez mais estou inclinado para parar de a utilizar definitivamente. É que não há paciência para tanta noia dela!
Por causa disto, decidi começar a dar uso à nova conta jabber que criei. Infelizmente, tenho que correr o gajim com ela porque o pidgin e o servidor jabber do Binaryfreedom.info não se dão muito bem; mas esse é um mal menor e com o qual se vive bem.
Se quiserem contactar o melhor blogger do mundo (eu próprio), adicionem o seguinte ID aos vossos contactos jabber, substituindo (&) por @ e retirando os espaços: brunomiguel (&) binaryfreedom.info

Quarta-feira, 28.05.08

To English or not to English, eis a questão.

Tudo começou com um daqueles tweets parvos que costumo enviar/fazer: «pergunta para a revista maria: se escrever em inglês no Twitter, serei geek?» Isto gerou um curto debate acerca do uso do inglês neste serviço: o Miguel Caetano disse que só recebe respostas de portugueses quando escreve em inglês e quando tweeta em português, apenas os brasileiros lhe responde; o Rui Costa perguntou se devemos responder a alguém na mesma língua que a pergunta foi feita e se o responder noutra língua não será falta de educação. 

Quanto a tweets e blogs em inglês, não tenho nada contra eles, quando há necessidade ou vontade de o fazer. Mas quantas vezes não será isso apenas um acto masturbatório de alguém que gosta de se armar em geek/nerd, o que quer que isso seja hoje me dia? Só quem escreve em inglês é que sabe se o faz porque realmente quer, necessita ou se está armado em campeão.

Porque raio é que alguns portugueses só respondem a tweets em inglês? A isto, parece-me que a resposta é, pelo menos em boa parte das vezes: têm em mania que são bons por escreverem em inglês. Devem achar que isso lhes confere algum tipo de superioridade intelectual e social.

E será mesmo falta de educação responder em português a um português que fez uma pergunta em inglês ou vice-versa? Não! Quanto uma pergunta é feita, interessa uma resposta numa língua que seja comum aos dois, três, quatro ou sejam lá quantos forem os intervenientes. Se a resposta é em inglês, francês ou russo, é indiferente; desde que os todos percebam a língua.

 

Quando comunicamos, seja lá com quantas pessoas forem, devemos utilizar uma língua comum a todos, para que a mensagem chegue a todos os intervenientes e para que ninguém seja ou se sinta excluído. No Twitter, a regra é a mesma, mesmo que tenham alguns contactos americanos, franceses ou chineses: se não estão a comunicar com eles, não são obrigados a usar um idioma que eles compreendam, porque eles não são os destinatários da mensagem.

Novos geeks, por favor, controlem o uso excessivo e desnecessário do inglês. Usem a nossa língua, que é uma autêntica Soraia Chaves. Não lhes dêem palmadinhas do rabo, façam-lhes miminhos e estimem-na. Não a ignorem só porque é mais fixe utilizar inglês.

 

Nota: "comunication", por Guacamole Goalie, disponibilizada sob uma licença Creative Commons 2.0.

publicado por brunomiguel às 17:28 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Sexta-feira, 27.07.07

Send and Destroy

Este título engana. À primeira vista parece o nome de uma banda de metal, libertação de uma país da "ditadura" ou de algum filme de acção de segunda categoria, mas é sobre emails que se "auto-destroem" ao fim de algum tempo. Mas não vou perder a oportunidade para meter um sonoro dark-death-sunflower-666-satan-pain-floribella-sun-war-jesuschrist-happytreefriends metal, para dar ambiente ao post.



E se pudessem enviar um email que se auto-destrói ou fica ilegível ao fim de x tempo? Era óptimo para reclamar com o patrão, por causa do baixo salário, sem ele ficar com provas da mensagem. Talvez até para o vizinho que tem sempre o rádio a passar música pimba aos berros. Ou mesmo para pregar uma partida a um amigo. Teria piada?! Claro que teria!
Para algumas das situações descritas acima, ou mesmo para outras, o site Tech[dot]Blog fez uma lista de 10 serviços de email auto-destrutivos, para vosso belo deleite ou para evitar passar vergonha por causa de um email enviado num momento mais tempestuoso.

{Fonte: Lifehacker}
publicado por brunomiguel às 22:40 | link do post | comentar

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