Domingo, 20.07.08

Voltei, voltei, ao Openbox

openbox windowmanager gnu/linux desktop

À sensivelmente uma hora, inspirado por este post do Og Maciel, decidi instalar a última versão estável do Openbox e Obconf no meu computador. O processo foi bastante rápido e as instruções do site oficial deste gestor de janelas ajudaram.

Depois de instalado, servi-me da sempre útil wiki do Gentoo e dos fórum do Ubuntu para alguns tutoriais para o Openbox. Também dei uma vista de olhos na wiki do Debian e na documentação oficial do Openbox. O resultado destas leituras pode ser visto na imagem que está no início do post. Cliquem nela para a verem em tamanho real.

Já lá vão uns meses que não uso o Openbox, mas isto é como andar de bicicleta: depois de umas quedas, passamos a andar bem ou deixamos de andar. Por enquanto, continuo a "pedalar" no Openbox.

publicado por brunomiguel às 18:51 | link do post | comentar
Quarta-feira, 16.07.08

On Fyre

fyre

Há várias semanas que instalei uma aplicação gráfica chamada Fyre, mas só ontem é que decidi testá-la durante um bocado. O resultado da minha deambulação pela aplicação pode ser visto na imagem acima.

publicado por brunomiguel às 22:36 | link do post | comentar
Sexta-feira, 11.07.08

Microsoft sob o microscópio

Eu criticava a Microsoft - e outras empresas de software proprietário - pelas questões morais, sociais e éticas dos seus modelos de negócio, mas também por questões técnicas mais simples e conhecidas (ex: falta de fiabilidade e segurança dos sistemas Windows, que eu senti na pele durante alguns anos, e as implicações de segurança dos sistemas proprietários). Mas depois de ler este texto de Frank van Wensveen, que me chegou ao conhecimento através do Bitaites, estou seriamente tentado a remover o Samba só porque ele implementa alguns protocolos da Microsoft.

Microsoft products are immature and of inferior quality. They waste resources, do not offer proper options for administration and maintenance, and are fragile and easily damaged. Worse, new versions of these products provide no structural remedy, but are in fact point releases with bugfixes, minor updates and little else but cosmetic improvement. Recent versions of Microsoft products are only marginally more secure than those that were released years ago. In fact, if it weren't for additional security products such as hardware-based or Unix-based filters and firewalls, it would be impossible to run an even remotely secure environment with Windows.

MS products are bloated with an almost baroque excess of features, but that's not the point. The point is that they are to be considered harmful, lacking robustness and security as a direct result of basic design flaws that are in many cases over a decade old. They promise to do a lot, but in practice they don't do any of it very well. If you need something robust, designed for mission-critical applications, you might want to look elsewhere. Microsoft's need for compatibility with previous mistakes makes structural improvements impossible. The day Microsoft makes something that doesn't suck, they'll be making vacuum-cleaners.


À luz disto, não consigo perceber como é possível o nosso governo entregar numa bandeja quase tudo o que está relacionado com informática a esta empresa. Por mais que use a imaginação - e olhem que eu tenho muita imaginação para dar e vender -, não consigo vislumbrar uma qualquer razão que seja para isso. Isto é como pedir aos criminosos para combater o crime.

O texto é muito extenso; lê-lo num dia vai obrigar-vos a começar a leitura de manhã cedo - eu comecei por volta das 9h e às 16h48m estava a meio; às 18h58m terminei. Felizmente está separado por capítulos, permitindo que leiam um capitulo ou dois num dia, outro capítulo noutro dia, e por aí fora, até terem tudo lido.

Um bom documento histórico e educativo, cuja leitura recomendo, apesar de não concordar com algumas notas finais do autor, especialmente a parte em que diz que todos estamos condenados a utilizar software Microsoft porque o contrário é impensável. Isto não podia ser mais errado; mas fora isso, é uma boa leitura.

 

publicado por brunomiguel às 18:56 | link do post | comentar
Quinta-feira, 10.07.08

Debian no Nokia N810

debian nokia n810

Acabo de ler no blog Maxasia que já é possível instalar, de forma simples, o Debian no Nokia N810. Para isso basta instalar a aplicação easy-deb-chroot, executar a aplicação Debian Image Installer, disponível no menu Extras e aguardar. No final, têm o IceWM, Firefox 3 e todas as aplicações que se podem encontrar no Debian disponíveis.

publicado por brunomiguel às 22:46 | link do post | comentar
Terça-feira, 01.07.08

Primeira beta do Icecat 3.0 e os problemas da instalação do Firefox e clones a partir da source

A primeira beta do IceCat 3.0, a versão GNU do Firefox, foi hoje disponibilizada. Assim que recebi a notificação da mailing list deste projecto, descarreguei o código-fonte e, antes de compilar e instalar o browser, removi a versão 2.0.0.13 deste browser - que tinha compilado e instalado há umas semanas.

Assim que o IceCat 3.0 acabou de instalar, executei-o; e qual não é o meu espanto quando vejo que ainda tinha a versão 2.0.0.13. Porque raio não foi ela removida? Eu corri o make uninstall, por isso devia ter sido removida. Mas não foi, porque a Mozilla não inclui essa opção no Makefile. Por isso, as únicas formas de remover o browser do sistema são: remoção dos ficheiros, um a um; ou criando um pacote, que seria instalado e depois removido, eliminando todos os traços do browser no sistema.

Também poderia alterar o Makefile, mas isso é muita areia para a minha camioneta.

Antes de saber como podia criar um pacote do browser, estive algumas horas a tentar perceber como poderia remover a aplicação e compilei o IceCat várias vezes. No meu computador, é mais de 15 minutos só para cada compilação.

Felizmente, após vários mails trocados na lista de bugs deste projecto, um dos membros, Sean Artman, explicou-me como podia criar um pacote do browser. Bastou uma pequena alteração ao Makefile da directoria browser/installer/, seguido de um ./configure, make e depois um checkinstall para criar o pacote deb.

Nesta minha aventura que durou boa parte da tarde e início da noite, fica a nota positiva para os membros do projecto IceCat, que me ajudaram e já estão a criar um patch para permitir o make uninstall no Firefox; e nota negativa para a Mozilla, por não permitir a remoção do browser com o make uninstall, algo normal em tantas aplicações.

do not feed the trolls

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