Nem depois de morta, a Amália nos dá descanso

Vocês podem ser fãs da Amália e achá-la um dos grandes ícones da música portuguesa (mesmo que alguns de vocês nem saibam bem porque gostam dela), mas eu não. Não gosto das músicas dela (e de fado em geral) e não gosto muito da voz da mulher.

Gostem e idolatrem à vontade, mas evitem este (parece-me) excesso de tributos à mulher. Ele é programas de televisão e rádio, compilações, etc. Já cansa, caramba!

E já de agora, senhoras e senhores da rádio, parem lá de passar constantemente singles do «Amália Hoje».

(Ainda estive para não colocar esta nota de rodapé, para vos obrigar a pensar um bocadinho, mas acabei por me decidir a deixá-la cá, não vá alguém não perceber o post.
Bem, isto não é tanto uma crítica à Amália, que nunca me fez bem ou mal, mas à forma como se aproveitam da morte da mulher para facturar. Eh pá, acho isso um pouco obsceno; os tributos são mais rendimento extra para quem os faz do que homenagens.)

publicado por brunomiguel às 00:51 | link do post | comentar