Uma (muito) curta experiência com a Mandriva 2009.1

Ontem, depois de ter andado com essa ideia algum tempo na cabeça, instalei a Mandriva 2009.1. Mas não demorei muito a arrepender-me e a voltar à distribuição que tinha antes.

Instalei a Mandriva porque, há uns tempos atrás, o Nuno Pinheiro me tinha dito que ela era capaz de ser a distribuição que oferecia um melhor desktop KDE. E de facto a oferta é muito boa a esse nível, melhor que a do Ubuntu. São os pequenos detalhes que fazem toda a diferença.

Enquanto desktop, achei a Mandriva muito porreira, mesmo não me tendo configurado correctamente a gráfica; um mal menor que se resolveu de forma rápida e simples. De resto, quatro estrelas e meia (não lhe dou cinco estrelas por causa do tema que vem por defeito).

O problema, pelo menos para mim, é o URPMI. Este gestor de pacotes consegue complicar aquilo que devia ser bastante simples; simples, tipo APT. Por causa dele, mandei a Mandriva às urtigas nem duas horas depois de a ter instalado e voltei ao Ubuntu.

Desta vez, aproveitei para fazer uma instalação muito mínima do Ubuntu, sem ambiente gráfico e assim. Apenas um terminal, que foi o suficiente para instalar o KDE 4.2, que é a versão que está nos repositórios oficiais, para depois poder adicionar os backports do Kubuntu e instalar o KDE 4.3, que estou a usar neste preciso momento.

E assim passei o meu dia de folga.

publicado por brunomiguel às 11:20 | link do post | comentar