Mensagens instantâneas? Eh pá, é naquela

Hoje, o RedTuxer mencionou no Twitter que os seus contactos da rede MSN Messenger são apenas 1/3 do total de contactos que tem e que os restantes são do GTalk/Jabber. Isto fez-me dar uma vista de olhos aos meus contactos, tendo acabado por constatar que estou numa situação semelhante à dele: com mais contactos Gtalk/Jabber que MSN Messenger, mas com uma diferença ainda não tão grande como a dele.
A razão para isto é simples e óbvia, pelo menos para quem me conhece: eu não ligo um caraças às mensagens instantâneas. Ao contrário da maioria das pessoas que conheço e que utilizam esta forma de comunicação, eu não sou um ávido utilizador destes serviços; só os utilizo quando preciso de "falar" com alguém e não para conversa de xaxa. Não tenho paciência para isso!
Este meu desamor pelas mensagens instantâneas traduz-se em pessoas que me removem da sua lista de contactos, pessoas que eu removo da minha lista de contactos e situações em que me perguntam se eu estou chateado com essa pessoa, só porque não lhe digo nada quando ela está online. Como é óbvio, não estou chateado; eu simplesmente utilizo as mensagens instantâneas para "dizer" algo quando preciso. Só! Bem, exceptuando o twitter, mas este serviço é um caso muito particular.
A minha febre das mensagens instantâneas aconteceu ainda antes de 2000, na altura em que eu andava viciado no IRC. Depois disso, lá aderi ao MSN Messenger, mas a minha relação com este serviço esfriou passado pouco tempo. Hoje, faço vénia ao email, que é a melhor ferramenta de comunicação digital que conheço.
publicado por brunomiguel às 23:29 | link do post | comentar