O alfabeto macabro e o alfabeto geek

abchorrorA actual forma de ensino é - atenção, porque vem aí chavão - defeituosa na sua concepção (defective by design). Basta ver, como exemplo, o comentário que deixaram no Webtuga: completamente indecifrável. Nem peritos em criptografia o conseguiram descodificar, e olhem que estou a falar do pessoal que conseguiu perceber o que o Rambo (grunhia) dizia.

Há que apostar em novas formas de ensino, métodos que realmente funcionem. Por exemplo, o abchorror, ou analfabeto macabro (tradução macarrónica), que utiliza filmes de terror para ensinar o alfabeto. Com isto, é certo que os putos vão decorar o bê a bá (da bicharada?!) num instante! Esta ideia é tão boa, que poderia muito bem fazer parte da reforma da educação que este executivo quer, a todo o custo, doa a quem doer, realizar.

Bem, talvez esta ideia de utilizar filmes de terror se aplicasse melhor à matemática. Mas concedo esta ao criador do abchorror. Fair Play!

O mesmo criador do abchorror também oferece outro método alternativo de ensino do alfabeto: o abcgeek, ou alfabeto geek. Este talvez devesse ser usado apenas na pré-escola, porque não andamos para aqui a querer formar totós; queremos formar homens de barba rija e mulheres de peito firme - nem que para isso se recorra a implantes!

Eu, se fosse à Sô Dona Maria de Lurdes Rodrigues, observava com muita atenção estas formas bastante interessantes e promissoras de ensino. Isto é coisa para o futuro, uma aposta na posteridade, nas gerações vindouras. Temos que olhar para a frente, ou como um treinador de futebol que tive dizia: «Para trás mija a burra». (O Zé Cana é que a sabia toda)
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publicado por brunomiguel às 02:55 | link do post | comentar