Sábado, 29.11.08

Jeffrey Cole e o estado dos media

Sejam da corporativista e parada no tempo MAPiNET ou apenas interessados em saber qual o estado dos media e o seu futuro, de certeza que vão gostar de ver esta keynote de Jeffrey Cole, deixada num comentário pelo Ricardo Valfreixo. São só 30 minutos; com a chuva que se prevê para este fim-de-semana, o que não vos deverá faltar é tempo para a ver.

publicado por brunomiguel às 02:17 | link do post | comentar
Sexta-feira, 28.11.08

Um outro olhar

Via Marcos Marado @Friendfeed, cheguei a quatro artigos interessantes sobre os problemas da industria musical, mas que me parece poderem estender-se a toda a industria de entretenimento, com as devidas adaptações às particularidades de cada sector.

Talvez o grande mal deles não seja a pirataria (que não deixa de ser um mal por isso), mas sim eles próprios. Citando Ian Rogers:

Again, there are only two players in the music business that matter at the end of the day: the artists and the fans. The rest of us either add value or get in the way. Don’t get me wrong, over the years labels have added a tremendous amount of value through financing, A&R, marketing, promotion, etc. I’m just saying that every player needs to either understand how it truly adds value or it needs to get out of the way, Topspin included. Our business does not operate on lock-in, ownership of copywritten work, or long-term contracts. We either add value today with a compelling service or we die. And I’m perfectly happy with that.

Link

publicado por brunomiguel às 13:46 | link do post | comentar
Quarta-feira, 19.11.08

Kobo Deluxe - o meu novo vício

kobo deluxe

Há muito tempo que não me sinto muito atraído pelos jogos, mas de vez em quando lá vou jogando um ou outro só para relembrar os velhos tempos. O último que tenho jogado chama-se Kobo Deluxe (versão 0.5.1), um jogo 2D viciante como o raio. Este jogo está disponível para uma série de sistemas, desde o GNU/Linux ao FreeBSD, passando por uns quantos sistemas nocivos/proprietários conhecidos, e até para o OpenMoko, Palm OS e outros dispositivos móveis.

Pode não ter uns gráficos todos 3D xpto, mas acreditem que ele é bastante fodido. Quando começarem a ver uma miríade de bolas de energia, asteróides, mísseis e naves a virem direitos a vocês, tudo ao mesmo tempo, vão ver o exercício de dedos que têm que fazer para se conseguirem desviar de tudo e rebentar as naves e mísseis. E não se preocupem com a falta de níveis, porque pelo menos 48 deles há - o máximo onde cheguei.

Uma particularidade interessante deste jogo é não voltarmos ao início sempre que perdemos as vidas. Se isso acontecesse, com a dificuldade de alguns níveis, acho que nunca tinha chegado onde cheguei.

Eu até classificaria este jogo de time waster, mas ele é tudo menos uma perda de tempo. Recomendo-o a quem quer passar umas boas horas aos tiros e a rebentar coisas. É um dos poucos que tenho instalado e estou bastante viciado nele.

Para além do contentamento de jogar um jogo tão porreiro como este, preparem-se para alguns momentos de stress. Hão-de apanhar alguns níveis onde vão perder várias vezes até os conseguirem passar. Mas não se preocupem, porque normalmente um nível fácil vem depois desses, e aí já podem aliviar o stress - podem sempre partir o teclado, mas isso já fica ao vosso critério.

publicado por brunomiguel às 21:21 | link do post | comentar
Segunda-feira, 29.09.08

O que significa entretenimento para o Google

google entretenimento
Imagem sob uma licença Creative Commons 2.5 by-sa. Clica nela para a veres em dimensões mais generosas.

Se entretenimento, de acordo com a definição da Wikipédia, é «o conjunto de actividades que os animais (e com mais criatividade, o homem) praticam sem outra utilidade senão o prazer», então o pessoal do Google News diverte-se com umas coisas muito estranhas...

publicado por brunomiguel às 01:58 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Quarta-feira, 03.09.08

A telenovela das 20h

O Daniel Oliveira, do Arrastão.org, faz uma excelente posição dos media, do actual estado do jornalismo, do poder que a televisão tem sobre nós e sobre o próprio jornalismo e da forma como ela é influenciada, dando como um dos exemplos a recente histeria em relação à criminalidade. É um post longo com direito a vídeo, mas uma leitura interessantíssima.

publicado por brunomiguel às 04:15 | link do post | comentar

do not feed the trolls

Outros blogs meus

pesquisar neste blog

 

subscrever

RSS

Newsletter

posts recentes

arquivos

links