Segunda-feira, 29.09.08

As minhas ferramentas para o dia-a-dia

O conhecido blog Lifehacker pergundou aos seus leitores quais as melhores ferramentas para uma série de tarefas, desde backups a organização de imagens. Seis meses após ter iniciado o inquérito, os vencedores das 26 categorias foram apresentados.

O Augusto Campos, no Efectividade.net, apresentou as suas escolhas para cada uma das categorias e, no final do texto, desafia os leitores a apresentar as suas opções. Eu respondo ao desafio e deixo aqui as ferramentas que uso para cada uma destas categorias.

  1. Organizador de fotos digitais: Gwenview e Nautilus
  2. Cliente de mensagens instantâneas: Pidgin
  3. Ferramenta GTD: Kontact
  4. Backup de DVD: Não uso
  5. Gestor de contactos: KAddressBook
  6. Editor de textos: Gedit
  7. Sistema de partilha de ficheiros on-line: Não uso
  8. Leitor RSS: Liferea
  9. Iniciador de aplicações: Utilitário de execução de aplicações do Gnome [Alt+F2]
  10. Página inicial: about:blank
  11. Antivírus: Não uso
  12. Site de partilha de fotos: 23hq.com e fotos.sapo.pt
  13. Gestor de finanças pessoais: Não uso
  14. Media player: VLC e Totem em igual medida
  15. Manutenção do Windows: Remoção do Windows e instalação de uma distro do GNU/Linux
  16. Ferramenta de backup: Tar
  17. Ferramenta de sincronização de arquivos: Não uso
  18. Gestor de arquivos: Nautilus
  19. Ferramenta de anotações: KJots
  20. Gestor de lista de pendências: KOrganizer
  21. Ferramenta de busca no desktop: find
  22. Melhor cliente FTP: gFTP
  23. Melhor gestor de senhas: Memória e Revelations Password Manager quando a memória falha
  24. Melhor gestor de downloads: Wget
  25. Melhor agenda: KOrganizer
  26. Melhor cliente BitTorrent: Deluge

Se assim o entenderem, apresentem as vossas escolhas nos comentários ou no vosso blog. Seria um exercício interessante a partilha de ferramentas para executar determinadas tarefas.

publicado por brunomiguel às 15:00 | link do post | comentar | ver comentários (8)
Terça-feira, 24.07.07

Ontem bebi duas cervejas!

cerveja
Ontem foi um dia atarefado! Andei a ajudar os velhos na construção do anexo da casa e nem tive tempo para me pôr a par das novidades e das minhas feeds. À pala disso, já tenho mais de mil e quinhentos artigos para ler.
Entre o acartar as tijoleiras, tive tempo para beber duas cervejas - uma Superbock Abadia e uma Superbock normal. Isto pode não parecer nada de anormal para vocês, mas para mim é. Raramente bebo uma cerveja, quanto mais duas no mesmo dia. Posso dizer que me souberam "às passas"; já tinha saudades de sentir o agradável sabor de uma Superbock.
Os meus tempos de cerveja já lá vão há muito tempo. Quando era "menino e moço" (entre os 14 e 17 anos), bebia cerveja quase como bebia água (para não falar nas misturas malucas que fazia com todas as bebidas a que metia a mão). Ao início andava sempre torto, mas com o evoluir e a regularidade do consumo, acabei por ficar apenas desinibido e um autêntico tagarela; se bebe-se 6/7 cervejas, começava a despejar conversa quem nem um doido e se mais me dessem, mais eu falava (era capaz de estar quatro horas a divagar sobre tudo e mais alguma coisa que me viesse à cabeça).
Mas, a uma dada altura, decidi deixar de beber e estive assim durante um ano e pouco. No final desse tempo, voltei a beber, mas já só bebia uma imperial de quando em vez. Agora, só bebo uma "quando o rei faz anos".
Eu culpo a sociedade e a pressão de grupo pelo meu consumo ligeiramente exagerado de álcool durante a minha adolescência. Na escola não somos ensinados a lidar com a pressão de grupo e os nossos pais, se for preciso, nem sabem o que isso é. A pressão de grupo, enquanto somos jovens, leva-nos a cometer exageros e um exemplo disso é eu ter chegado a ouvir a Rádio Cidade.
Beber com moderação é bom, mas não é bom é andar nas obras. Puta que pariu, aquilo lixa o corpo todo - ainda estou com dores nas costas e nos pés, e cheira-me que hoje vou andar todo dorido. Mas, mesmo com dores, devo ter que andar a acartar baldes de massa. Detesto acartar baldes de massa e detesto obras. Gostava de ter uma palavrinha com o esperto que inventou as casas e mostrar-lhe com quantos paus se faz uma canoa. Aposto que esse malandro nunca teve que andar a sujar-se todo com cimento, areia, pó, terra e mais porcarias. Não estávamos tão bem em cavernas?! Até eram mais arejadas e tudo, caramba.
Bem, mas o mundo não é perfeito e lá temos que andar nesta vida. É no que dá estar desempregado. Se tivesse um emprego, não tinha que andar nesta vida desgraçada. Não há por aí ninguém que me queira dar um emprego bem pago e com muitas regalias?

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