Ninguém te mandou crescer
via Raul Pereira (gamado daqui)
"Glory in the flower"
What though the radiance which was once so bright
Be now for ever taken from my sight,
Though nothing can bring back the hour
Of splendour in the grass, of glory in the flower;
We will grieve not, rather find
Strength in what remains behind;
In the primal sympathy
Which having been must ever be;
In the soothing thoughts that spring
Out of human suffering;
In the faith that looks through death,
In years that bring the philosophic mind.
Wordsworth, William
(ouvi isto, hoje, na série Criminal Minds)
Mixtape, take 4
A foto é da minha autoria e está licenciada sob a cc-by-sa-2.5-pt
Mais um take da minha mixtape. Como sempre, em formato podcast.
O alinhamento é o seguinte:
- This Will Destroy You - I Believe In Your Victory
- The Allstar Project - Yehudi Lights
- God Is an Astronaut - Fire Flies And Empty Skies
- Maybeshewill - The Paris Hilton Sex Tape
- Explosions In The Sky - Catastrophe And The Cure
- Lights Out Asia - Four Square
- God Is an Astronaut - Frozen Twilight
- The Allstar Project - Polaris
Podem descarregá-la aqui. Sugestões e dicas, já sabem, são sempre bem-vindas.
Voz: necessária ou acessória?
Embora ache interessantíssimo o texto do Filipe Marques sobre o que ele faria se gerisse uma editora, não é sobre isso que vou escrever. Vou antes abordar outro tópico que não está muito relacionado com o do Filipe.
Esta introdução serve apenas para vos remeter para esse post, que eu considero uma boa leitura.
Bem, cá vou eu. Take cover!
Na música, até que ponto a voz é necessária? Já há muito tempo que acredito que a voz deve ser apenas mais um instrumento, por isso apenas usada se os músicos assim o entenderem. É por isso que eu não estranho nada ouvir uma música sem qualquer uso de voz; e é também por isso que não ligo às letras, mas ao trabalho vocal. As minhas paixões platónicas pelas vozes da Teresa Salgueiro e da Yukimi Nagano vêm disso mesmo: do trabalho vocal que conseguem fazer e do muitíssimo agradável timbre que têm.
Parece ser quase uma instituição: uma música tem que ter alguém a cantar. Isto é regra nas músicas mais comerciais, pelo menos, e até na electrónica se vê. No entanto, do que conheço do Post-Rock (uma paixão recente minha), só para dar um exemplo, a voz está longe de ser necessária. Bem pelo contrário: os instrumentos completam-se de tal forma que se pode passar muito bem sem uma voz.
Esta é a minha opinião. Qual é a vossa? Acham a voz necessária, acessória ou outra coisa qualquer?
Um banho de leite
milk, por jan cain
Baby Mammoth - Divine Milk Shower
Ainda estive para escolher o tema Wonder Milky Bitch, dos Air, mas... não sei, pareceu-me demasiado evidente e labrego. Em vez disso, preferi algo menos óbvio - ou menos conhecido, se quiserem entrar em preciosismos desnecessários.
Uma típica celebração religiosa
Via Twitter, o Raúl Pereira fez-me chegar esta vídeo-montagem de uma celebração religiosa. Vejam, porque está mesmo muito boa.
Bezerro com sete patas
Foto de Matt Stensland
Este bezerro nasceu no Colorado, Estados Unidos da América. Podem ler informações sobre esta vaca aranha aqui.
O dia do orgulho nerd
Parece que hoje é "dia do orgulho nerd". Por isso, deixo aqui a lista de direitos e deveres do nerd, gamada à descarada do Penguim's Place.
Direitos
- O direito de ser ainda mais nerd.
- O direito de não sair de casa.
- O direto de não ter um par romântico e de ser virgem.
- O direito de não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
- O direito de se associar a outros nerds.
- O direito de ter poucos (ou nenhum) amigo.
- O direito de ter tantos amigos nerds quanto quiser.
- O direito de não ter que estar “no estilo”.
- O direito ao sobrepeso (ou subpeso) e de ter problemas de vista.
- O direito de expressar sua nerdice.
- O direito de dominar o mundo.
Deveres
- Ser nerd, não importa o quê.
- Tentar ser mais nerd do que qualquer um.
- Se há uma discussão sobre um assunto nerd, você tem que dar sua opinião.
- Guardar todo e qualquer objeto nerd que você tenha.
- Fazer todo o possível para exibir seus objetos nerds como se fosse um “museu da nerdice”.
- Não ser um nerd genérico. Você tem que ser especialista em algo.
- Assistir a qualquer filme nerd na noite de estréia e comprar qualquer livro nerd antes de todo mundo.
- Esperar na fila em toda noite de estréia. Se puder ir fantasiado, ou pelo menos com uma camisa relacionada ao tema, melhor ainda.
- Não perder seu tempo em nada que não seja relacionado à nerdice.
- Tentar dominar o mundo!
Agora, só falta a 'nerd parade'.
Mixtape, take 3 - à terceira não é de vez
Imagem disponibilizada por mim sob uma licença cc-by-sa-2.5-pt
Eu pensava que desta é que era de vez, mas não. O single Gute Laune, dos Tosca, terá que ficar como música central de uma próxima mixtape. Mas agora não vou dizer em qual será, porque o mais provável é não ser tão depressa - pelo menos a continuar assim.
A mixtape anterior tinha apenas quatro músicas e quase meia-hora de duração; esta tem mais dois singles, mas uns minutos a menos. As escolhas musicais também são mais conhecidas do grande (ou, vá lá, médio) público. E, como a anterior, também está em formato podcast.
O alinhamento é o seguinte:
- Fleeting Joys - All Release
- Panda Riot - Like Flowers At Night
- Radiohead - No Surprise
- Asobi Seksu - Layers
- Oh' Atoms - Sugar Mouse
- My Little Pony - A Song For You (On Your 40th Birthday)
Podem ouvir e descarregar o terceiro take da minha mixtape aqui.
Mixtape, take 2
We Eat Light, sob uma licença cc-by-nc-2.0
A minha segunda mixtape era para se centrar à volta do single Gute Laune, dos Tosca. Bem, isso não aconteceu. Acabei por me virar para o post-rock com influências electrónicas e, desta vez, fazer a mixtape em formato podcast, isto é, um único ficheiro de áudio.
O alinhamento não é nada de extraordinário, mas acho que o resultado final é bastante agradável. Ele ficou assim:
- Immanu El - Under Your Wings Ill Hide
- Epic45 - History vs The Future
- Pg.Lost - Yes I Am
- Sigur Ros - Inní mér syngur vitleysingur
Podem ouvir e descarregar esta mixtape aqui. Feedback em relação a ela é bem-vindo.