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Temos jogador.
via heldersantos@twitter
O natal do vladstudio.com
Não sei se já repararam, mas o Vlad Gerasimov disponibilizou uma colecção de goodies (wallpapers, postais e mais umas cenas) natalícios todos catita no vladstudio.com. Vão descarregá-los.
O fim das castanhas
Acabaram-se as castanhas este ano. Hoje foi o dia em que comi a última. Mais, com muita pena minha, pois eu adoro castanhas, só para o ano. Resta-me só a jeropiga.
Nove caminhos
Esta fotografia é da minha autoria e está sob uma licença cc-by-sa-2.5
Revolution Void - The Modern Divide (álbum: Increase the Dosage)
Música sob uma licença cc-by-sa-3.0
Eu e a religião
«stringed up», por [phil_h], sob uma licença cc-by-nc-nd-2.0
Quem me conhece sabe que tenho desprezo por religião, seja ela qual for. Antes que comecem a preparar-se para me insultar, saibam que eu distingo entre religião e crenças; para mim, os dois conceitos não são a mesma coisa – o segundo não precisa do primeiro para nada e o primeiro está totalmente dependente do segundo.
Eu passo a explicar.
Apesar de não perceber como e porque razão as pessoas acreditam na existência de um ou mais deuses – isso, para mim, não é lógico e racional –, tenho o maior respeito que me é possível ter pelas crenças religiosas. É um pouco como algumas pessoas gostarem de determinado alimento e eu não: não me afecta, não tenho nada contra, só não é para mim.
Eu próprio sou crente. Quer dizer, não é bem uma crença, e muito menos sou crente nisto. Desde muito novo, tipo 8 anos, que sou um fã de ficção científica e mais ou menos desde essa idade que acredito na possibilidade de haver vida fora do nosso planeta. Inicialmente, acreditava nos ETs verdes com grandes olhos esbugalhados. Entretanto, fui crescendo e ganhando uma atitude mais ou menos pragmática. Hoje, a possibilidade de existir vida noutros planetas parece-me forte, mas não dou totais garantias disso, e muito menos acredito que são os ETs dos ficheiros secretos – no máximo, organismos multicelulares não muito complexos.
Com a religião, a história é diferente. Eu defendo que a religião deve ser criminalizada. A religião é um parasita que se usa as crenças religiosas das pessoas para as explorar; para lhes dizer o que pensar, o que dizer, o que fazer e quando fazer; para lhes ditar a vida. A religião é uma praga que ataca o pensamento livre e a livre vontade. É um flagelo e talvez uma das mais antigas e execráveis formas de ditadura.
A religião, por si só, não faz mal. O problema é que ela nunca está só: há sempre alguém a usá-la para ditar a vida dos outros.
Esta é a explicação mais rápida que tenho para esta minha... quezília (ou o que lhe quiserem chamar) com a religião. Qualquer dúvida ou crítica não-insultuosa pode ser deixada nos comentários.
Alho cru, alho cozinhado
Ainda bem que cozinhado é tão benéfico como cru, porque o sabor do alho cru tem qualquer coisa que não me atrai.
A "minha" música
No álbum Zodiac, do músico e DJ francês Cedric Dassulle, mais conhecido nestas lides como Talamasca, a minha música é Libra. Qual é a vossa? Descubram-na aqui.
Criança com paralisia cerebral pode ficar sem pónei devido a uma paragem cerebral dos conterrâneos
Quando não há bom-senso, merda como a que está a passar em Caledon acontece.
A família de uma criança de três anos com paralisia cerebral, residente na vila canadiana de Caledon, tem um pony em casa. Este anima é usado como parte da terapia do miúdo, que não consegue andar, nem sequer gatinhar.
A zona é rural. Há várias quintas e o que não falta lá são animais, alguns mesmo de duas patas e com carro. Uma destas bestas, um vizinho do casal (já parece os meus vizinhos do lado), têm apresentado queixa da família do miúdo, alegando que o mau cheiro o incomoda. Estamos a falar de alguém que vive lado a lado com um curral de vacas. Se calhar a família não tem um pony mas uma máquina viva de fazer merda, ou então as vacas não tem intestinos.
Por causa das queixas, a polícia ameaça retirar o pónei à família, alegando que a propriedade tem falta de espaço para ter o animal. A mãe e os avós da criança mostraram-se bastante descontentes e afirmaram que vão percorrer todas as vias possíveis para que possam continuar com o pónei.
Como é óbvio, a família tem que ter condições para albergar o pónei. Mas o miúdo não deve ser privado da terapia. Em vez das autoridades locais estarem armadas aos cucos, deviam era ajudar a família a criar as condições necessárias para ter o animal, caso fosse necessário.
via Posted Toronto
Jeffrey Cole e o estado dos media
Sejam da corporativista e parada no tempo MAPiNET ou apenas interessados em saber qual o estado dos media e o seu futuro, de certeza que vão gostar de ver esta keynote de Jeffrey Cole, deixada num comentário pelo Ricardo Valfreixo. São só 30 minutos; com a chuva que se prevê para este fim-de-semana, o que não vos deverá faltar é tempo para a ver.
David Attenbruno
O meu bonsai
Um dente de leão
Ambas as fotos são da minha autoria e estão sob uma licença cc-by-sa-2.5.
Escape - Sorry Sarah (álbum: Press Execute)
música sob uma licença cc-by-nc-sa-3.0
Para quem possa não ter percebido, o título do post é um trocadilho com o nome David Attenborough e o meu, Bruno.