Humor milenar
«Algo que nunca aconteceu desde tempos imemoriais: uma mulher jovem não deu um traque sobre os joelhos do seu marido».
Esta é, de acordo com o jornal espanhol El Mundo, a anedota mais antiga de que há registo. É de origem suméria e remonta a 1900 a.c.
via RTP
Magalhães sem vontade de descobrir
Por causa do Magalhães, muitas teclas dos teclados têm perdido tinta. Anda quase toda a gente a escrever sobre isto; eu próprio também o fiz. Mas pouco sabia eu sobre isto. Vi um vídeo que o Sapo Tek linkou e uma reportagem da SIC, e reparei que este pequeno portátil estava a correr a Caixa Mágica 12.
Porreiro, pá. Finalmente vou ver o Governo fazer publicamente uma boa aposta no sector das tecnologias de informação - pensou o Bruno, o melhor blogger deste mundo e do outro. E, por causa disto, escrevi um post aqui no blog sobre o Magalhães, apesar de não estar muito convencido em relação ao projecto (é o hábito de ver as poucas boas ideias mal aplicadas).
Hoje, depois de abrir o Liferea e receber uma avalanche de posts, vi que as minhas desconfianças em relação ao projecto não eram de todo infundadas. E antes que me venham dizer que agora é fácil dizer que estava desconfiado, quero dizer que eu sou muito desconfiado por natureza, por isso é normal eu ter uma atitude relutante.
Continuando. Parece que não houve concurso para o Magalhães, a Intel vai tornar-se conselheira tecnológica do Ministério responsável por este projecto e ao contrário do que o prezado Robô Sócrates, o Primeiro-Ministro Tecnológico, dizia, os primeiros modelos do Magalhães não vão usar o tal «chip de última geração» da Intel, mas sim um Celeron.
Não questiono a escolha da Intel como parceira, mas sim o facto dela ter sido escolhida sem que, aparentemente, não tenha existido um concurso público e ainda se tornar conselheira tecnológica do Estado. Com o nome Magalhães dado ao projecto, esperava uma vontade descobridora traduzida num concurso público para escolher a melhor proposta, se é que haveria alguma. Ao invés, parecem continuar com a atitude de «Portugal, vende-se».
via Diário de Bordo
Querida, as férias este ano foram fantásticas
Imagem da autoria de Banksy.
KMail finalmente funciona com Gmail por IMAP
Três vivas para a equipa do KDE. Finalmente o Kmail funciona em condições com o Gmail por Imap. Foram precisos uns meses, uns quantos debugs e talvez outros tantos bug reports, mas já está. E ficou a funcionar muito bem, diga-se de passagem: o download de todos os mails, à volta de 50 mil, foi rápido e a abertura deles é igualmente célere.
Eu gosto bastante do Balsa, um cliente de email do Gnome: o programa é leve, muito bom no acesso por POP, correcção ortográfica, suporte para PGP e S/MIME e tudo o que eu preciso num cliente de email. Mas estou tentado a mudar para o Kmail, porque o acesso por Imap ao Gmail com o Balsa ainda deixa um pouco a desejar.
Porque não devemos ignorar a leitura dos termos de utilização
Por norma, não costumava ler a política de privacidade e os termos de utilização dos serviços web onde me registava. Sempre achei aqueles textos enormes em "legalês" uma seca do caraças. Mas depois de um post sobre este assunto que o Marcos Marado publicou no Programas Livres, passei a prestar um pouco de atenção a isto.
Agora, dou uma vista de olhos a estes contratos de utilização. Se encontrar algo que me pareça que vá devassar a minha privacidade e/ou que vá permitir aos proprietários do serviço utilizar a informação que recolhem sobre mim da maneira que lhes apetecer, começo logo à procura de outro serviço do género e não uso aquele.
Há uns minutos, quando recebi a newsletter do Sapo Tek, reparei que vinha com uma sugestão de navegação: o Jogli. Este serviço é um motor de busca que permite pesquisar músicas e respectivos vídeoclips e letras. Pareceu-me interessante e visitei-o. Como gostei do que vi, resolvi criar uma conta. Assim que me apareceu o formulário de registo, resolvi ler os termos de utilização antes de criar a conta. Quando chego ao ponto quatro, leio o seguinte:
DMG maintains information about your entire usage of the service, including (but not limited to) any action you performed on the web site and your IP. DMG reserves the right to use this information (excluding your name and contact details) in any manner shape and form.
Eu até achei isto relativamente aceitável; até que resolvi ver onde estava a definição de «contact details». Eu não a encontrei, por isso fiquei sem saber se eles se referem ao IP, endereço de email, contacto telefónico... Escusado será dizer que fechei esse separador.
Se tenho criado conta sem ler estes termos de utilização, provavelmente a minha caixa de correio teria, durante os próximos tempos, um aumento no número de spam recebido. Mas eu acho que já recebo spam suficiente, por isso prefiro deixar passar esta oportunidade para receber mais porcaria por email.
[Actualizado x2] Magalhães com Caixa Mágica 12
Actualização: de acordo com um artigo da EWeek, o Magalhães estará disponível com o Windows XisPe, Ubuntu e Metasys. Então porque é que ele aparece com Caixa Mágica no início do vídeo da apresentação?! Fiquei curioso.
Actualização #2: vi agora mesmo uma reportagem da SIC sobre este portátil, onde o mostraram a correr Caixa Magica 12. Porreiro, pá!
Mais à frente na mesma reportagem, quando alguém do canal explica o que o é o Magalhães, vejo uma promoção subtil ao Live Search. Triste, mas nada a que a SIC já não nos tenha habituado.
Quando vi, ouvi e li algumas notícias sobre o portátil económico que a Intel está a fabricar em Portugal, o Magalhães, não liguei muito porque pensei que seria mais um projecto estragado com Windows e ainda por cima com a bênção do Estado. Mas não, afinal parece que o portátil também vai ter a Caixa Mágica 12 instalada, para além do Windows XisPe. Pelo menos é esta distribuição que se vê ser usada no vídeo da apresentação do portátil.
Se a Caixa Mágica é realmente um dos sistemas que virá pré-instalado no Magalhães, são excelentes notícias para os alunos do primeiro ciclo, porque o Estado conta disponibilizar 500 mil destes portáteis para os alunos deste escalão de ensino já no próximo ano lectivo. Assim, os alunos que receberem um Magalhães com Caixa Mágica 12 vão poder realizar as suas tarefas sem serem membros inconscientes de uma botnet e sem estarem dependentes de um único fornecedor; vão poder usar o portátil em liberdade, com os seus direitos salvaguardados e sem que se estejam a recolher dados sobre os sistemas e os ficheiros neles contidos.
Talvez seja este o projecto que, se não me engano, alguém da Caixa Mágica anunciou à uns meses atrás. Isto é muito bom para este projecto, porque o portátil vai ser vendido internacionalmente e a empresa vai conseguir mais projecção com isso. E também é bom para quem a vai usar, porque é um bom desktop; o meu pai que o diga, porque esta é a distribuição do GNU/Linux que ele usa e sem qualquer problema.
Se estiverem interessados, podem ver um vídeo da apresentação do Magalhães no Sapo Tek.
Os relógios que não querem saber das horas

Quem é que se interessa em saber que horas são? Aparentemente, quem criou estes relógios - muito provavelmente alguém empregado ou empregada pela função pública, suspeito eu -, «Whatever» e «Who Cares?», não se interessa.
via < Digital Crushes >
Eu já corro KDE 4.1. E tu?

Clica na imagem para a veres em todo o seu esplendor.
Astronauta afirma que o governo americano está a esconder a existência de extra-terrestres
Li à uns dias, no famoso Boing Boing, um post que gostaria de partilhar, mas só agora, seis dias depois, é que me lembrei de o fazer. O post é sobre uma entrevista dada pelo Dr. Edgar Mitchell, o sexto homem a ir à Lua, a uma rádio. Nela, o astronauta diz que existe vida-extraterrestre e sabe que o nosso planeta foi visitado por estes seres espaciais.
A entrevista foi dada no dia 23 deste mês. Nela, o astronauta afirmou que, de facto, fomos visitados por extra-terrestres várias vezes. Um desses encontros ocorreu na famosa cidade de Roswell, onde um OVNI se terá despenhado. O Dr. Edgar Mitchell diz também que o governo americano e a NASA estão cientes da situação e que a ocultam à mais de 60 anos.
Quem me conhece sabe que eu acredito na existência de vida fora do planeta Terra, sem que essas formas de vida sejam necessáriamente homenzinhos verdes com antenas na cabeça. E, apesar desta minha crença, se é que lhe podemos chamar isso, não consigo de deixar de considerar curiosa a menção do astronauta a Roswell, cidade muito popular entre os crentes de raptos e visitas de extra-terrestres. Para aumentar mais as minhas dúvidas, o astronauta descreve os ETs como seres pequenos com grandes olhos e uma cabeça enorme, tal como os ETs das primeiras temporadas do XFiles.
Não digo que a história de Roswell seja mentira e que o Dr. Edgar Mitchell esteja a mentir porque não tenho argumentos para o afirmar com toda a certeza, mas isto tudo parece-me muito estranho. Será que esta situação ocorreu porque o novo filme dos Ficheiros Secretos está para estrear?
Talvez tenha sido a um destes ETs que visitam o nosso planeta de vez em quando que a SIC tenha ido buscar o nome para o programa do Artur Albarran. Se calhar a Terra é o Luxemburgo do universo.
Protecção aparente
waiting for trains, da autoria de Hendrike, disponibilizada sob uma licença CC by-nc-nd 3.0.
Little Dragon - Twice (videoclip)