Sexta-feira, 01.02.08

O meu novo fiel companheiro: instapaper.com

Eu nunca gostei muito do chamado Social Bookmarking. A razão para este desgosto é simples: não curto muito os serviços sociais, onde quase tudo é partilhado por defeito.

Há uns tempos atrás, descobri o Ma.gnolia.com. O serviço é porreiro, mas só faz mesmo bookmarking e ainda permite dar uma classificação aos favoritos. Mais que isso, só mesmo partilhar-mos a nossa lista de favoritos com os outros utilizadores.

Mas ontem descobri um serviço de bookmarking que é o que eu sempre quis: permite guardar links, marcá-las como lidas ou não lidas (isto é óptimo para guardarmos links para futura leitura) e apagá-los. Só isto.

Normalmente, para guardar as coisas que quero ler, adiciono-as à homepage do Firefox e depois só tenho que carregar no botão da página inicial (aquele ícone em forma de casa) para os ver. O problema é que, assim, abrem-se as links todas de uma vez. O resultado é o browser lento e uma eternidade a carregar os sites (costumo ter, em norma, 8 a 11 links a abrir em simultâneo - mas já tive quase 20).

Vocês nem imaginam o jeito que isto me dá! Felizmente, agora só tenho que visitar o instapaper.com e clicar nas links que adicionei, através de uma snipet no Firefox, ao serviço. Depois de lida uma link, vou novamente ao instapaper.com e clico no botão ao lado da link que diz "skip"; assim a link ficar marcada como lida, o que é óptimo para saber o que já vi. Se quiser, também posso apagar a link.

Como tudo (exceptuando eu), este serviço não é perfeito. Para criarmos conta, só precisamos de escolher o nome de utilizador e o registo está feito. O problema é que, assim, o serviço fica sem password e as links à vista de todos. Para acabar com estes dois problemas de uma vez, basta adicionar uma pass e está feito, algo que devia estar disponível aquando do registo. A falta de tags é outro dos pontos menos bons do serviço.

Este serviço foi criado pelo mesmo criador da plataforma de microblogging, Tumblr.com. Tal como o Tumblr, o Instapaper é muito simples e extremamente fácil de utilizar. Sem dúvida que o recomendo a todos os utilizadores.

Instapaper.com

Também publicado no Webtuga.com, com algumas pequenas alterações
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publicado por brunomiguel às 18:14 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Open Solutions Alliance na Europa

O desenvolvimento e adopção de software open source na Europa não tem passado despercebido. A prova disso é a vinda do Open Solutions Alliance (OSA) para o velho continente.

O OSA é um consórcio formado por várias empresas, que pretende fomentar a interoperabilidade entre as várias aplicações open source. Alguns dos seus constituintes são a Concursive, Collabnet, Mambo Foundation, Palamida e Sourceforge.

Este consórcio deverá estar pronto a funcionar nos próximos 90 dias e será mais um grupo ligado ao software livre no espaço europeu.

via ZDNet.com && LinuxWord.com
publicado por brunomiguel às 16:59 | link do post | comentar

Don't cry for me, cebollita

Um grupo de investigadores neozelandeses e japoneses acabaram com as lágrimas na cozinha. "De que forma?" - perguntam vocês. Bem, criaram uma cebola que não faz chorar. Era óbvio, não era?!

Este foi um trabalho dividido em duas partes: primeiro, os japoneses descobriram qual o gene da cebola responsável por causar uma choradeira desgraçada; depois, os neozelandeses, ao bom estilo da máfia, silenciaram esse gene (acho que usaram uns sapatos de cimento).

Acabaram-se as lágrima na cozinha. Não mais chorarão a cozinhar o almoço e o jantar.

Agora espero que esta descoberta não afecte o Cebola, do Benfica, até porque ele vai sempre fazer alguém chorar. Se ele for geneticamente modificado, choram os adeptos do Benfica; mas se se mantiver inalterado, quem chora são os adversários. Acho que a escolha é óbvia.

via O Público
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publicado por brunomiguel às 15:30 | link do post | comentar

Entrevista de Linus Torvalds à ZDNet

Em entrevista à ZDNet, durante a conferência australiana Linux.conf.au, Linus Torvalds afirmou que o Linux tem (finalmente) uma estrutura de gestão de energia preparada e que o desenvolvimento do kernel está seguro, com ou sem a sua presente.

Ler a entrevista
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publicado por brunomiguel às 13:28 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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